O meu amor pela meia-ponta

Há bastante tempo, publiquei o post Um outro ponto de vista, com um vídeo de uma coreografia na meia-ponta, da série Fama. Disse que a vemos como mera coadjuvante quando, na verdade, ela está muito além disso.

Hoje, um ano e meio depois, vejo o assunto de uma outra forma. A meia-ponta subiu no meu conceito. Ela realmente não é apenas um mero estágio para as pontas, mas está lado a lado com sua companheira mais famosa. O que quero dizer com isso? Não há ponta sem meia-ponta.

Vocês já assistiram a vídeos de aulas de ballet nas companhias de dança? As bailarinas sempre começam na meia-ponta. Só depois as pontas entram em cena e, geralmente, nas sequências de centro e diagonal.

Aula de ballet na Pacific Nortwest Ballet. Cansei de publicar esse vídeo no Facebook, por isso, era hora de trazê-lo para cá.

E você aí, menosprezando a sua meia-ponta, tsc tsc tsc…

Não sou uma especialista em pontas e, por vários motivos, há sempre mil entraves para que eu saia do nível iniciante. E, por conta do meu horário, continuo tendo aulas na meia-ponta e gosto demais disso. Muito mesmo.

Não importa o quanto eu prossiga nos estudos de ballet clássico, meia-ponta e ponta sempre caminharão juntas.