Por aí #1

Depois de passar meses e meses sem publicar com afinco no blog, parei para organizar todas as informações guardadas nesse período. Há vídeos, matérias, dicas, quadrinhos, ideias para serem desenvolvidas em textos… É tanta coisa que fiquei perdida!

Mas é preciso começar de algum ponto. Assim, tornarei regular algo que fiz esporadicamente, compartilhar links interessantes, mas que nem sempre serão desenvolvidos em um post. É uma maneira de circular as informações.

Para quem não sabe inglês, há o Google Tradutor e o Bing Tradutor. Só não vale ficar sem ler por causa disso, tudo bem?

Aurélie Dupont: Advice to Dancers at Every Stage
Ex-étoile da Ópera de Paris e atual diretora da companhia, também conhecida neste blog como “minha bailarina preferida”, Aurélie Dupont dá conselhos para bailarinas em vários estágios da carreira.
O texto completo, em inglês, aqui.

Press plié: the best music videos to feature ballet
No blog do Royal Ballet, uma lista videoclipes em que o ballet clássico ou a dança contemporânea estão presentes de alguma maneira. É só aumentar o som e aproveitar.
O texto completo, em inglês, aqui.

Alongamento x aquecimento: quando fazer?
Parece óbvio, mas não é: muitas pessoas acreditam que se alongar é sinônimo de se aquecer. Nesse texto, aprendemos a diferença entre um e outro, e quando cada um deles deve ser feito. É para todo mundo ler!
O texto completo, em português, aqui.

Extreme Stretching: The Risks of Sitting in Oversplits
Ainda no assunto alongamento, sabemos como a hiperflexibilidade é um dos maiores desejos das bailarinas, e uma das grandes exigências das companhias. Mas, afinal, o que isso significa para a saúde do corpo? Acreditem, há grandes riscos em buscar essa flexibilidade de qualquer maneira.
O texto completo, em inglês, aqui.

Gorgeous Vintage Photographs of Ballet Dancers
Fotos antigas de ballet entre os anos de 1915 e 1970. Uma mais bela que a outra.
Todas a fotos, em inglês, aqui.

Thera-Band ou faixa elástica

Quem nunca ouviu falar em thera-band? Na verdade, Thera-Band é uma marca de produtos utilizados em exercícios com resistência elástica. Dentre esses produtos, a empresa produz a faixa elástica. Sendo assim, a marca se tornou sinônimo do produto.

Fonte: Balls’n’Bands

Utilizada pela fisioterapia em exercícios de reabilitação, a faixa elástica migrou para o cotidiano de bailarinas e bailarinos com a função de fortalecer pés e tornozelos. Mas ela não se resume a isso, quem leu o livro “Anatomia da Dança” viu a quantidade de exercícios que necessitam da faixa elástica para a sua execução.

Ela é produzida em diversas resistências, da mais leve à extraforte. As cores correspondem às resistências, ou seja, não vale escolher a sua cor preferida. Antes de comprar, também é importante prestar atenção no comprimento, as de 1,50m servem para os mais variados exercícios, mas para as baixinhas, as de 1,20m dão conta do recado.

Além da compra avulsa, é possível adquirir kits com faixas de resistências diferentes, assim, você pode mudar a intensidade conforme avança no seu treinamento.

Eu tenho três faixas (média, forte e superforte) e faço constantemente a sequência de exercícios indicada no blog da Escola Bolshoi, aqui.

A diferença no trabalho de pontas é imenso. Não só, a técnica clássica como um todo melhora consideravelmente. Para mim, faixa elástica se tornou tão indispensável quanto sapatilha e barra fixa. E não é exagero.

O produto original, da marca Thera-Band, é mais caro, mas é possível comprar produtos similares por um preço bem mais em conta. Ninguém ficará sem ter a sua.