O coque perfeito

Ao longo desses anos, eu publiquei apenas um post sobre coque. Não só, um post preguiçoso de doer. Até que, vendo fotos dos lindos penteados da Julia Petit, eu me deparei com o estilo de coque que costumamos fazer. Mas não era qualquer um, era “o” coque.

Julia Petit. Fonte: Petiscos.

Ele não é o coque perfeito à toa, há detalhes que fazem toda a diferença. Ela não usou gel, mas um xampu em spray, que tira a oleosidade e resseca as pontas. Isso é importante para domar os cabelos e segurar o coque no lugar. Ela não usou pente, para não deixar marcas no cabelo, mas uma escova de cerdas fechadas e sem bolinhas nas pontas. Depois, ela usou muito spray fixador. Para prender, elástico com gancho e grampos invisíveis.

“Eu não tenho tudo isso, e agora?” Calma.

É possível domar os cabelos apenas com spray fixador. Eu não uso gel, apenas o spray, mas o meu cabelo é crespo. Quem tiver cabelo liso, experimente o spray com fixação forte. Se mesmo assim alguém tiver um receio imenso do cabelo soltar, use um pouquinho de creme fixador (também conhecido como pomada). Para prender o coque, alarguem os grampos comuns: basta abri-los um pouco, o suficiente para segurar o coque, mas sem apertar o cabelo. Acreditem, dá certo. Para pentear os cabelos, só mesmo com essa escova, mas é  bem fácil de encontrar. Por último, é possível usar qualquer elástico de cabelo.

Agora, a melhor parte: Julia Petit explicando o passo a passo. Não é possível assistir diretamente no blog, apenas no YouTube, aqui.

Alguma dúvida?

“Smash” e o palco

Diferentemente do teatro, na dança não é comum as pessoas expressarem seu amor pelo palco. Existe uma ode ao movimento, aos aplausos, aos momentos na barra fixa, no caso do ballet clássico, mas raramente ouço sobre essa relação entre palco e artista. Eu acho que tudo começa e termina ali. Compreendo quem dança e não pensa da mesma maneira, mas nas artes cênicas, é ali que tudo acontece. De um lado, alguém faz a sua arte. Do outro lado, alguém recebe essa arte. A mágica acontece nesse espaço de troca. Sem a plateia, as artes cênicas existem? Por isso, tenho um profundo amor e respeito pelo teatro.

Esse foi um dos aspectos presentes nas duas temporadas da série “Smash”, que terminou essa semana. E no último episódio, um trecho do discurso da personagem Ivy Linn no momento em que ela recebeu o Tony de melhor atriz me tocou imensamente. Eu concordo com cada palavra.

“Para mim, não há nada mais mágico do que o momento em que diminuem as luzes e a plateia espera ansiosa, em silêncio, para que o espetáculo comece. É um momento cheio de esperança e possibilidades. Então, gostaria de agradecer à plateia por vir e acreditar, como eu, que não há nada mais importante ou especial que o teatro ao vivo.”

Ivy Linn, episódio final de “Smash”.

Talvez por isso, a sequência mais significativa do último episódio foi a primeira, quando todos os personagens principais da série terminam no palco. Quem quiser assistir, aqui.

Mas há outra cena linda, que combina mais com o blog, quando o elenco de um dos musicais concorrentes ao Tony canta “Broadway, Here I Come!” (Broadway, aqui vou eu!). Afinal, todos nós temos um lugar no qual queremos chegar: pode ser a sala de aula, o espetáculo de fim de ano, o palco. Cada qual escolhe a sua Broadway para sonhar.

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Quem quiser assistir à cena no YouTube, sem legendas, aqui.

Os bastidores de um espetáculo de dança

Este é um compacto do documentário “Caixa preta”, exibido pela São Paulo Companhia de Dança no evento “Corpo a corpo com o professor”. É um vídeo bem didático para entendermos o processo de realização de um espetáculo de dança.

Vocês sabem algumas coisas referentes à dança em si, mas não necessariamente sobre o teatro, o espaço cênico. Sendo assim, é um material que vale a pena para todos nós.

Fonte: Nova Escola.