A volta dos meus textos

Mês passado, o blog completou treze anos. Houve um período em que, além das postagens sobre vários aspectos do ballet clássico, eu escrevia textos opinativos sobre o ballet na idade adulta, a questão do corpo, a dança de maneira geral e afins. Os anos foram passando, fui perdendo a vontade de escrever e, assim, o Dos passos da bailarina virou um arremedo do que foi um dia.

Mas essa vontade voltou.

Durante o primeiro ano de pandemia, eu acompanhei dança de uma outra maneira, bem mais ampla. A minha visão mudou, alguns incômodos surgiram e quero conversar sobre isso. Vamos?

Toda quinta-feira, vou publicar textos novos. Sim, toda quinta-feira.

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me seguir no @dospassosdabailarina, lá no Instagram, onde vou publicar os links nos stories.

Espero vocês. Até semana que vem!

Para esquentar o corpo e a mente, um trecho da obra Y Olé!, de José Montalvo. Quantas gêneros de dança vocês veem aí?

Teaser de “Y Olé!”, José Montalvo, set. 2016.
Quem quiser assistir ao espetáculo completo, ele está disponível no Arte 1, somente para assinantes.

13 anos de blog

O blog anda paradinho há alguns meses? Sim. Ele deixou de existir? Não, ele continua com todo o seu conteúdo disponível gratuitamente, e alguma publicação nova vez ou outra. Ainda assim, vamos comemorar mais um aniversário? Claro!

O “Dos passos da bailarina” nasceu em 2009. Do primeiro post passando por todos os aniversários do blog, muita coisa mudou no conteúdo de dança na internet. Eu poderia fazer um longo texto sobre o assunto – vocês querem? – mas talvez o mais transformador tenha sido o sucesso das dancinhas.

Não tenho perfil no TikTok, mas sei onde é a pista de dança. O sucesso é tanto que o Instagram mudou para abrigar vídeos curtinhos. O YouTube criou algo semelhante. Milhões e milhões de visualizações de dancinhas que fazemos na sala de casa. Uma banalidade sem tamanho.

Qual o impacto disso na dança como arte e como profissão? Pergunta sincera, porque eu não faço ideia. Isso não significa rechaçar todos os pequenos vídeos de dança que tomam conta das redes sociais. Eu gosto dos bons.

O exemplo a seguir é o meu tipo de vídeo. Dois bailarinos, Aubrey Fisher e Vik White, dirigidos Isaiah Shinn, dançando “Stayin’ Alive”, do Bee Gees. (Vocês também podem assistir no Instagram, e rever mil vezes, aqui.)

Para mim, dança para tomar conta do mundo é esta. É o que eu acredito. É o que me guia neste blog há exatos 13 anos.

Aubrey Fisher e Vik White, “Stayin’ Alive”, 2021.

Não quer perder os próximos posts? Vem cá, eu te explico!

O Dos passos da bailarina está parado há meses, mas é por uma boa causa. Estou me dedicando a outras coisas e o blog ficou um pouquinho de lado, eu sei.

Mesmo assim, ele continua! Qualquer hora, novos posts aparecerão por aqui. Para não perder o seu tempo entrando na página, já pensou em assinar o blog? Assim, você receberá os textos por e-mail.

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Obrigada por continuarem por aqui. Nos vemos em breve!