Dançando com Saúde

Talvez um dos temas que mais questionei neste blog nesses anos todos é: a saúde em primeiro lugar. Nunca achei justificável danos à saúde física, mental ou emocional em prol da dança. Se assim é, existe algo errado.

Durante bastante tempo, essa ideia era contrária ao senso comum do ballet clássico. Só valia se doesse, machucasse, sangrasse. Finalmente, nos últimos anos, isso tem mudado.

Avanços nas áreas de saúde voltadas específicamente ao esporte e à dança, profissionais e departamentos especializados em grandes companhias mundo afora. A mudança aconteceu por um motivo simples: corpo saudável dança melhor e por mais tempo.

Toda essa introdução para falar sobre o portal Dançando com Saúde. A equipe é constituída por um grupo de profissionais: médico, fisioterapeutas, psicóloga e nutricionista. Em cada texto, sabemos quem são os autores e, por isso, compreendemos como as áreas estão muitas vezes interligadas. Além disso, há um canal no YouTube com vídeos que complementam as informações de alguns temas tratados.

Eu li alguns textos, assisti a dois vídeos e senti um certo alívio: enfim, temos um lugar onde recorrer para nos informar com segurança.

Para demonstrar a vocês, escolhi o assunto campeão de dúvidas das bailarinas: quando começar o treinamento nas pontas. Além de ler o texto, assistam ao vídeo, é um teste para saber se uma estudante de ballet está apta para as pontas. O que tem de gente que não passaria nem no primeiro exercício…

Mas antes, acessem o site, a página no Facebook e o canal no YouTube. Além disso, espalhem para as colegas de turma, as professoras, as diretoras de escola. A nossa saúde agradece.

“Inicialização do exercício de ponta para bailarinos”, Dançando com Saúde, 2018. Para ler o texto, aqui.

Uma brasileira no Prix de Lausanne 2018

O Prix de Lausanne 2018 aconteceu entre os dias 28 de janeiro e 4 de fevereiro. Eu sigo a competição em várias redes sociais, mas a última vez que acompanhei com afinco, de assistir à final ao vivo, foi em 2014. De lá para cá, eu via apenas o resultado de relance, se muito.

Quando saiu a lista dos finalistas desta edição, vi as fotos no Facebook e achei tudo bem acrobático, não me animei nem um pouco para assistir. Depois do resultado, soube que uma brasileira foi uma das vencedoras, mas não fui atrás para saber mais.

Parece desdém? Pois olhem a lição que levei.

Nas atualizações do YouTube, apareceu o vídeo da Carolyne Galvão, a bailarina brasileira que ganhou a sétima bolsa de estudos. “Vou assistir, o que custa?”. Abri o link, fui fazer outra coisa e deixei para lá. Hoje, não sei por qual motivo, voltei para assistir.

Como ela é incrível! A sua qualidade técnica, os movimentos limpos parecem fluir do corpo da Carolyne sem o menor esforço. E a musicalidade? Resolvi procurar a lista de vencedores e assisti às apresentações clássicas de todos eles.

Eu dormi esse tempo todo? Ninguém ali parecia estudante de dança: quase não houve exagero, perna na altura certa quando era preciso, domínio do próprio corpo, pontuaram na música sem titubear. O primeiro colocado já pode sair dali facilmente para uma companhia. Também gostei muito da oitava colocada, graciosa e musical. Nem preciso comentar sobre a qualidade técnica de todos… Olha, como eu fiquei feliz por estar tão enganada!

A lista de vencedores e vencedoras está aqui.
Quem quiser ver as apresentações, separadas por coreografias clássicas e contemporâneas, aqui. A lista está em ordem de classificação.

Além da sétima bolsa de estudo, a Carolyne Galvão também recebeu o prêmio de preferida do público. Não é difícil entender o motivo. Estou só o amor por ela!

Carolyne Galvão, Prize Winner, Prix de Lausanne 2018.
A coreografia contemporânea, aqui.

 

O livro do blog por R$ 1,99

Não, vocês não leram errado.

Graças ao Black Friday, a Amazon colocou o meu livro em promoção: até o dia 27 de novembro, o preço do livro passará de R$ 10,50 a R$ 1,99. Aposto que esse valor não é sequer a passagem de ônibus na sua cidade.

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“Cássia, eu não tenho Kindle, como posso comprar?”

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