Rose Fairy dançando a Valsa das Flores

Dia desses, passeando pela timeline do Twitter, me deparei com este vídeo: Mayara Magri linda, musical e impecável dançando um trecho da “Valsa das Flores”, em O Quebra-Nozes. Mesmo diante de um momento difícil da minha vida, ela colocou um sorriso no meu rosto e afagou meu coração.

Independentemente de como 2022 aconteceu na sua vida, que esses dois minutos também alegrem vocês. Em breve, 2023 estará batendo à nossa porta e daí vamos conversar sobre dança e como as coisas vão acontecer por aqui. Até lá, vamos valsar.

Feliz Natal e um Ano-Novo reluzente para vocês!

The Nutcracker – Rose Fairy performance (Mayara Magri, The Royal Ballet)

Para afagar um coração angustiado

Há tempos eu não publico, porque a vida anda difícil demais. Mas o ano está acabando e vamos pensar que vai passar. Uma hora, vai passar.

Dia desses, li um poema muito bonito e queria compartilhar com vocês. Se alguém por aí também está passando pela tempestade, que essas palavras acalentem o seu coração, como elas fizeram com o meu.

“Nós vamos dançar, depois da hora mais escura,
ainda cansados de tudo, mesmo que sobre os escombros.

Nós vamos dançar de novo.”

Sabrina Abreu

“Carmen”, Compañía Antonio Gades

Depois de uma intensa campanha política, eleições acirradas e uma semana de alívio, vamos voltar aos posts? Vamos.

O livro Carmen (1845), de Prosper Mérimée, já virou ópera, filme, peça de teatro e espetáculo de dança de várias modalidades. Há mais de dez anos, eu falei brevemente sobre as montagens de dança, especialmente de ballet, aqui.

Hoje, é o flamenco. Essa sequência do espetáculo Carmen (1983), da Compañía Antonio Gades, foi desenvolvida quase paralelamente ao filme Carmen (1983), de Carlos Saura.

Não há música, apenas o som das palmas e do sapateado flamenco. Acho belíssimo, soa como música para mim.

Sequência de Carmen (1983), Compañía Antonio Gades, montagem de 2011.