“A alegria é a prova dos nove”

Eu ouvi essa frase de Oswald de Andrade há pouco tempo e ela ecoou em mim de uma maneira difícil de explicar. Admiro imensamente quem é alegre, quem consegue trazer a alegria para a vida especialmente no meio do caos. É muito fácil se afogar na dor, sorrir com ela é outra história.

O imperativo da felicidade, essa obrigação em sermos felizes o tempo todo, nada disso me comove, tampouco me convence. Agora, a alegria? Muitas vezes, ela é o sobrenome da dança.

Assisti a esse vídeo há quase dois meses e, por algum motivo, eu o guardei para publicar justamente no primeiro post do ano. Ele me parece mais apropriado do que nunca. Eu já falei sobre a alegria de dançar, mas dessa vez é a alegria que ultrapassa os limites do ballet clássico. É a alegria da dança, do corpo, de estarmos vivas.

Dancemos com alegria, simplesmente porque merecemos.

Coreografia: Nicholas Palmquist. Música: “All These Things That I’ve Done”, The Killers.

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